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domingo, 18 de agosto de 2013

História da Igreja Católica

A Igreja Católica não é meramente uma instituição humana, uma agremiação formada por pessoas com um objetivo comum. Não. Ela é infinitamente mais que isso. É tão grande a sua dimensão e abrangência, física e espiritual, que é possível designá-la como um mistério.
Como, então, poderia o homem comum conhecê-la? Como alcançar a sua grandeza? Este curso propõe que a História da Igreja seja aprendida tendo diante dos olhos um ingrediente fundamental: a fé. Diferentemente de outros objetos dessa disciplina, por ser a Igreja um mistério, estudá-la sem sua dimensão transcendente criaria apenas uma caricatura, um simulacro do que ela realmente é.
Um método seguro para conhecê-la é encontrá-la na vida de pessoas que a amaram tanto, buscaram tanto que se configuraram completamente à sua Cabeça, que é o próprio Cristo. Portanto, a vida dos grandes santos que compõe a Igreja Triunfante será o alicerce para o estudo da sua história.
Embarque nessa viagem fascinante da trajetória do Cristo Encarnado ao longo da história da humanidade. Viaje conosco.
http://padrepauloricardo.org/cursos/historia-da-igreja

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domingo, 11 de agosto de 2013

Família maranhense diz ter recebido vários milagres atribuidos a Nossa Senhora

Você acredita em milagres? Seja qual for a resposta vale a pena ler a reportagem, abaixo, em que uma família tradicional de Imperatriz (MA), afirma ter recebido vários milagres de Deus por intermédio de Nossa Senhora, a mãe de Jesus.  Publicada pelo jornal O Estado do Maranhão, a história de João Maurício e Inalda Martins é uma referência na cidade de 250 mil habitantes localizada na região sudoeste do Maranhão. Confira:
João Maurício e Inalda Martins: fé, acima de tudo. Foto: João Rodrigues.
João Maurício e Inalda Martins: fé, acima de tudo. Foto: João Rodrigues.
IMPERATRIZ- A fé que alimentou santos e mártires da Igreja Católica ao longo dos tempos continua indispensável à transformação do ser humano, como sugere a Bíblia em várias passagens. Em uma delas, São Mateus conta, no capítulo 17, versículo 20, que, se o homem tiver fé pelo menos do tamanho de um grão de mostarda poderá remover uma montanha de lugar.
Foi com base nessa fé incondicional a Deus, por meio da intervenção de Nossa Senhora, que o técnico em telecomunicações João Maurício Martins e a mulher, Inalda Martins (dona de casa), dizem ter recebido graças que transformaram a vida da família.
A morte prematura de Talita (1987), primeira filha do casal, e o vício do marido em bebidas alcoólicas desesperou a mulher. A perda e um bar dentro de casa levaram Inalda Martins a uma rotina de orações e preces.
“Na ida ao supermercado, eu tinha que passar primeiro na seção de bebidas, porque às vezes já estava faltando e me sentia incomodada. Um dia comecei a tirar uma garrafa e colocar um santo”, relembrou a dona de casa.
Inalda Martins disse que ainda pensou em doar a bebida, mas mudou de ideia por entender que estaria apenas repassando o mal para o vizinho. “Com as orações e a perseverança, as garrafas iam sumindo e as imagens de santos aumentando, tanto que agora dou graças a Deus porque não existem mais bebidas aqui em casa. No lugar do bar, existe um altar”, comemorou.
No mesmo período, Inalda Martins disse ter feito preces, pedindo para voltar a ter filhos porque já havia tentado muitas vezes sem sucesso em um período de um ano e oito meses.
“Eu tinha tudo que se pode achar que traz a felicidade, mas eu queria filhos. Um dia eu pedi a Deus quatro filhos em três anos, embora tenha duvidado inicialmente. Afinal, um filho leva quase um ano para nascer”, comentou a mulher. Na impossibilidade de quatro filhos, ela chegou a sugerir gêmeos, mas confessou que se surpreendeu ao ter quatro filhos em três anos.
“Fiz um ultrassom, pois achava que estava grávida e, ao chegar em casa, passei a mão na minha barriga e escutei uma voz falando no meu ouvido: ‘Estão bem aí os gêmeos que pediu’. Era a própria voz de Deus”, salientou a mulher de João Maurício.
A mesma médica que havia duvidado da possibilidade da gravidez de Inalda Martins admitiu ter dois fetos em gestação. “Era um milagre”, sentenciou a grávida. Além desse, ela também disse ter conseguido pequenos milagres, como o que envolveu Pedro Henrique em um dia em que o filho adolescente insistiu em ir para uma festa, mesmo com a desaprovação da mãe. Depois de pedir várias vezes para o filho ficar em casa, resolveu apelar a Nossa Senhora.
“Quando ele saiu, eu pedi a Maria Santíssima que trouxesse meu filho de volta para casa. Em questão de segundos a campainha tocou e era ele”, narrou Inalda Martins, acrescentando que o rapaz apenas disse que não queria mais ir para a festa. “Foi Nossa Senhora que trouxe ele de volta”, ressaltou.
João Maurício e Inalda Martins congregam na paróquia de São Francisco de Assis, mas trabalham ajudam no Festejo de Santo Antônio de Pádua- Foto: João Rodrigues.
João Maurício e Inalda Martins congregam na paróquia de São Francisco de Assis, mas trabalham ajudam no Festejo de Santo Antônio de Pádua- Foto: João Rodrigues.
Religiosidade – A casa de classe média alta, localizada em frente à Paróquia de Santo Antonio de Pádua, no bairro Nova Imperatriz, transmite a religiosidade da família. Um terço gigante está pendurado na área de trabalho, em frente à porta principal. A janela ao lado também tem duas imagens de Nossa Senhora. O rosto de Jesus está esculpido em madeira, também exposto na área de trabalho.
A primeira visão de quem entra na sala é de um altar, em que estão 17 imagens e quadros de santos ou pessoas com algum dom especial. No alto da parede está o oratório de Nossa Senhora Aparecida, no altar, uma outra imagem da santa divide espaço com santos católicos como São Francisco de Assis, Santo Antônio, Nossa Senhora Auxiliadora, Coração de Jesus, Nossa Senhora de Fátima, São José, Santa Clara, Santa Teresa d’Ávila e São Jorge. Há um quadro da Santa Gianna Beretta Molla e uma foto de Talita.
Quadros em que se destacam as estações da Via Sacra foram dispostos na parede, acima do altar, além de vários livros sobre santos, dezenas de terços, alguns deles, Inalda Martins tinha enrolados nas mãos no momento em que conversou com O Estado.
A casa tem 140 metros quadrados, três quartos, cozinha, sala, banheiro e área de serviço. O altar é quase na mesma proporção do balcão do bar, que agora está abandonado em um quarto.
João Maurício disse que a fé o levou a adotar mudanças no sistema de segurança da casa. “O antigo dono dizia que, mesmo com cerca elétrica, sempre tinha ladrão entrando no imóvel. Tirei a cerca elétrica e coloquei os santos e nunca deu ladrão”, comemorou.
Catolicismo é tradição familiar
Altar montado na sala chama a atenção dos visitantes da casa. Foto: João Rodrigues.
Altar montado na sala chama a atenção dos visitantes da casa. Foto: João Rodrigues.
O técnico em telecomunicações João Maurício Martins disse que nasceu em uma família paraense e tradicionalmente católica e tem uma grande devoção por Nossa Senhora e sabe justificar os vários nomes que a santa recebe. “Nossa Senhora é só uma, mas dependendo do lugar e das circunstâncias recebe um nome diferente como Nossa Senhora Auxiliadora, Nossa Senhora Aparecida e Nossa Senhora de Fátima”, justificou.
A mulher de João Maurício, Inalda Martins, disse que um dos motivos que a fez rezar todos os dias foi uma bênção alcançada para a filha Tainá, ocasião do ingresso da jovem no curso de Medicina da Universidade Estadual do Pará (Uepa), em 2008. Depois de dois anos de cursinho, ela fez uma promessa a Nossa Senhora Aparecida. Rezaria um rosário todo dia, por toda a sua vida.
Um rosário é em agradecimento e outro para quem necessitasse de orações. O rosário são quatro terços – em cada terço são rezadas 50 Ave-Marias e cinco Pai-Nossos, considerada uma das orações mais extensas da Igreja Católica.
Para cumprir a promessa, a dona de casa inicia a reza do terço por volta das 6h. Segue rezando até por volta das 8h. Nas preces estão a família, os amigos, o Papa Francisco, o bispo dom Gilberto Pasta e todo o clero.
A mulher disse ainda que nos últimos dias amigos também estão deixando papéis com o nome de pessoas que desejam receber orações. “As pessoas são muito carentes de oração. Às vezes vão a uma exposição e compram um quadro caríssimo, mas não pagam nada por um santo. Se uma pessoa pede uma oração é porque está necessitada”, raciocinou.
Inalda Martins disse que não se incomoda se for chamada de louca porque tem consciência de que está fazendo certo e conseguiu ainda que os filhos sejam religiosos. Tainá, em Belém (PA), também, montou um altar, segundo a mãe.
Mais
Os filhos de João Maurício e Inalda Martins são: Talita (falecida), Tayná, Bruna Maria, João Luciano e Pedro Henrique. Bruna é oceanógrafa, Tayná está concluindo o curso de medicina, Pedro Henrique cursa engenharia ambiental e João Luciano estuda cinema. (O Estado do Maranhão, edição do dia 02 de junho de 2013). João Rodrigues

sábado, 10 de agosto de 2013

Curta a nossa pagina no facebook-->Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil rogai por nós.
Somos Cristãos Católicos
Adoramos somente a Deus na sua trindade, Deus pai, Deus filho e Deus Espírito Santo.
Veneramos a Virgem Maria e seus santos que intercedem por nós no céu.
A Santa Missa é o céu na Terra e acreditamos na presença real do Senhor na sagrada Eucaristia através da Transubstanciação!
Somos uma Família com mais de 1 BILHÃO e 300 MILHÕES de almas unidas com o nosso Amado Santo Padre, o vigário de Cristo: Papa Francisco que sucede a Pedro.
SOMOS A IGREJA DE CRISTO.


Acenda uma vela virtual para o seu pai.

http://www.a12.com/santuario/capela/vela_virtual.asp


quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

MAGNIFICAT - O CANTO DE MARIA



Maria então disse: “A minha alma engrandece ao Senhor,
E meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador,
porque Ele olhou para a humanidade de sua serva”. (Lc 1, 46-48).


Qual o olhar que Maria tinha sobre si própria? Qual o auto-conceito? No Magnificat, seu canto, temos a resposta. Nele transparece a experiência pessoal de Maria. Como “pobre de Javé”, espera de Deus a própria salvação, pondo nele toda a confiança. Testemunha que o Deus que salva   é fonte de toda a dádiva, manifesta seu amor preferencial pelos pobres humildes. O cântico de Maria tem características únicas. Cada palavra tem referências no Antigo Testamento. Como não lembrar, por exemplo, o cântico de Ana, mãe de Samuel? O Magnificat é um canto novo, que manifesta quem é Maria. Ela está feliz. Feliz porque Deus a escolheu, feliz porque espera Jesus; feliz porque encontrou Izabel que a compreende e com a qual pode cantar sua alegria. E foi assim que surgiu o Magnificat, no coração de uma jovem em festa.
Maria então disse: “Todas as gerações, de agora em diante, me chamarão feliz, porque o Todo-poderoso fez pra mim coisas grandiosas”. (Lc, 48-49)

De quantos títulos e nomes de Maria, você seria capaz de se lembrar neste momento? Por mais que sua lista seja grande, será incompleta. Sim, porque seus nomes e títulos são milhares, alguns de origem bíblica, outros nascidos no coração da Igreja. Realmente, “todas as gerações, de agora em diante, me chamarão feliz”...

Essa profecia se cumpriu ao longo dos séculos. Ela viveu sua missão de fé, no silencio e na simplicidade. Não foi em vista de seu esforço ou méritos que Maria conseguiu as virtudes que a ornaram, as graças e os títulos que hoje ostenta. Maria é obra de Deus. Foi em vista de seu filho que nela realizou maravilhas, as “coisas grandiosas” a que Maria se referiu no “Magnificat”. Deu-lhe sua ternura, sua bondade e sua pureza e, olhando para a humanidade dessa sua serva, chamou-a “cheia de graça”.

Maria então disse: “O seu nome é Santo” (Lc 1, 49)

Santo é o termo bíblico que melhor expressa a transcendência, porque de Deus, porque Deus é Santo, é o Santo, “é três vezes Santo”. (Is. 6,3). A Virgem Maria, ao proclamar o Magnificat, devia ter diante de si as palavras que o anjo Gabriel lhe havia dito. “Aquele que vai nascer será chamado Santo”. (Lc 1, 35). Essa proclamação da santidade de Deus é o ponto alto de seu cântico. Maria engrandece o Senhor porque é Santo.

E a santidade é o horizonte para qual deve tender toda nossa caminhada. Santo é o batizado que se purifica e se renova profundamente, consciente de que pertence àquele que é Santo. São Paulo disse isso com palavras que não deixam qualquer dúvida. “A vontade de Deus é que sejais santos”. (1 Ts 4,3). Todos nós somos chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade.

Maria então disse: “Sua misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que o temem”. (Lc 1,50).
Na primeira parte do Magnificat, Maria louvou o Senhor pelo que tinha realizado com a sua humilde serva. Agora, como filha de Sião, o louva em nome de seu povo. Começa destacando a misericórdia de Deus sobre aqueles que o teme. É próprio do Senhor ser misericordioso para com suas criaturas. Com carinho imenso olha para os que dele necessitam e a ele acorrem. Mas seu amor é impaciente: mais do que esperar seus filhos, vai ao encontro deles, para socorrê-los em suas necessidades.

Logo Maria iria descobrir que, em seu Filho, Deus tem um rosto que sorri, uma mão que acaricia, um olhar que envolve, e braços que se estendem. “Sua misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que o temem”. Maria tinha razão. Pertencemos a uma geração que, sob inúmeras formas, faz experiências renovadas da misericórdia de Deus. Temos até um domingo – o segundo da Páscoa – para nos debruçar especificamente sobre o rosto misericordioso de Deus. Não será este um sinal de que Deus nos quer ver imitando Maria, isto é, proclamando ao mundo sua misericórdia?


Maria então disse: “Ele mostrou a força de seu braço: dispersou os que tem planos orgulhosos no coração”. (Lc 1, 51)


As expressões que Maria usou nessa parte do Magnificat podem parecer fortes e até duras para uma jovem da Galiléia de vinte séculos atrás. São, isso sim, coerentes com a visão de Deus que ela adquiriu debruçando-se sobre a revelação que ele fez de si mesmo: “Com teu braço poderoso dispersaste teus inimigos” (Sl 89,11). A força do “braço de Deus” está a serviço da justiça e da misericórdia. Mesmo quando corrige algum de seus filhos, ele o faz para que viva em plenitude.

Maria louva a Deus porque constatou que quando alguém se eleva de forma indevida, injusta ou titânica, Deus o coloca em seu devido lugar. O orgulhoso é um mentiroso pois se supervaloriza indevidamente. Um orgulhoso é incapaz de valorizar outras pessoas. No lado oposto está a pessoa que teme a Deus: reconhece os próprios limites, e, ao mesmo tempo, busca junto a Ele o auxílio de que necessita.

Maria, diante de acontecimentos que não compreendia e de experiências cujo significado não alcançava, guardava tudo “em seu coração” (Lc 1,19,51). Ela nos demonstra que os humildes se submetem a uma disciplina, não seguem os pensamentos do próprio coração, sabem escutar e aprendem os segredos de Deus.


Maria então disse: “Derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes”. (Lc 1,52)

Este verso do Magnificat opõe duas categorias de pessoas: os poderosos e os humildes. Para Maria a base é a justiça e o amor, a liberdade e a verdade. Derrubando os poderosos de seus tronos, Deus os leva a descobrir a verdade sobre si próprios. – verdade que não é nada agradável. Não há limites para seus desejos de dominação. São grandes os estragos causados no mundo de hoje pelos “Poderosos”, isto é, pelos que fazem questão de afirmar sempre mais seu “eu”, sua força, sua sabedoria, seu dinheiro.

O tema da exaltação dos humildes é bíblico. “Tudo vai mudar! O que é baixo, o que é alto, será rebaixado”. (Ez 21,31). É claro que esta frase não é reservada só a Maria, mas atingirá todos os servidores do Senhor. Voltando nosso olhar para Maria, descobrimos que suas palavras: “Eisd aqui a serva do Senhor” (Lc 1,38), muito mais que uma resposta, são um programa de vida. Ela nos ensina também, que ser humilde, significa aceitar viver não segundo os próprios desejos e projetos, por melhores que possam parecer, mas em função de Jesus Cristo, de seus ensinamentos. Ele que viveu em nosso meio como aquele que serve. (Lc 22,27)


(Maria disse então: O poderoso) “ Encheu de bens os famintos, e mandou embora os ricos de mãos vazias”.


Famintos e ricos: por que essa oposição no cântico do Magnificat? O grande problema é a tendência dos ricos ignorarem os necessitados, de acumularem sempre mais e se esquecerem de Deus, tornam-se escravos de seus próprios bens. Maria ao se referir aos famintos e ricos, não parece estar fazendo uma profecia, mas descrevendo uma situação do passado. As injustiças continuavam; o domínio romano era uma realidade com seus pesados tributos e uma corrupção que empobrecia ainda mais os pobres.

Maria vê o futuro como seu Senhor o vê. Tem certeza de que a justiça triunfará. Mesmo que tudo indique o contrário, o futuro já está garantido para quem acredita nele. Há uma outra fome que Deus quer saciar; a fome dele mesmo, a fome da vida sobrenatural, de vida interior, de vida espiritual. As coisas do mundo não saciam. Quem se sacia com essas coisas poderá ter espaço para ter fome de Deus?

Maria fala de uma riqueza que será severamente denunciada nas pregações de seu Filho – “as preocupações do mundo, a ilusão da riqueza e os outros desejos”. (Mc 4,19) – pois impede que nasçam no coração os frutos esperados. Ensina-nos que ser “pobre de espírito” é uma graça, a qual, pode e deve ser pedida.


(Maria estão disse: O Poderoso)
“ Acolheu Israel, seu servo, lembrando-se de sua misericórdia, conforme prometera a nossos pais, em favor de Abraão e de sua descendência, para sempre”. (Lc 1,54,55)


Em seu cântico de louvor e agradecimento ao seu Senhor, Maria começa lembrando o que nela – serva e pobre – ele havia realizado. Depois, o que fez em favor dos humildes e necessitados. Agora, os horizontes se alargam também o povo escolhido foi ricamente beneficiado, demonstrando que Deus é fiel. “Acolheu Israel...”. é uma referência ao povo de Deus, servo, sim, mas não escravo. Deus o trata com carinho, porque se lembra de sua misericórdia. Na longa travessia do deserto, foi Moisés que inúmeras vezes, “lembrou” a Deus suas promessas e seu grande amor.

Maria nos ensina uma belíssima forma de pedir os dons de que necessitamos: não apenas chamando a atenção para nossas necessidades, mas também fazendo referência ao amor gratuito, generoso e inesgotável de Deus, e à sua misericórdia, manifestada largamente ao longo da história.

Maria recordava o que o Senhor havia prometido a Abraão, o quanto havia sido fiel às suas promessas. Como não se lembraria de que justamente nela estava sendo cumprida a mais importante promessa: a do Messias. Como as promessas de Deus são “para sempre”, também nós somos atingidos por elas e chamados a recordá-las, para que também sobre nós O Senhor continue manifestando o quanto é misericordioso.


Trechos extraídos e adaptados de “Um mês com Maria”
De Dom Murilo S.R. Krieger, scj


Magnificat - Cântico de Maria







Efésios 6






6não servindo somente à vista, como para agradar aos homens, mas como servos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus,
7servindo de boa vontade como ao Senhor, e não como aos homens.
8Sabendo que cada um, seja escravo, seja livre, receberá do Senhor todo bem que fizer.
9E vós, senhores, fazei o mesmo para com eles, deixando as ameaças, sabendo que o Senhor tanto deles como vosso está no céu, e que para com ele não há acepção de pessoas.
10Finalmente, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder.


Salmo 50




Salmo 90




sexta-feira, 3 de junho de 2011

Verdadeira Igreja




Cristo fundou uma única Igreja, a Igreja Católica Apostólica Romana.

Diz Cristo: "Sobre esta pedra edificarei a minha Igreja" (Mt 16,18). “Se não escutar a Igreja, seja ele para ti como gentio e publicano" (Mt 18,17). Cristo fala de um único rebanho e de um só pastor (Jo 10,16), de uma única videira (Jo 15), do reino dos céus na terra (Mt 13,24.47).

Os Apóstolos falam de uma única Igreja, que Cristo amou e pela qual se entregou (Ef 5, 25.27.32), de um único corpo de Cristo (l Cor 12,20; Cl 1,18), de uma só esposa (Ap 21,9). Os coríntios se tinham dividido em partidos. São Paulo exclama: "Estará por ventura Cristo dividido?" (l Cor 1,13).


Fora da Igreja Católica não há salvação.




Para reconhecer a Unica Igreja Verdadeira 



É fundada pelo Mesmo Jesus Cristo em 
Mt 16:18.


É construída sobre Simão Pedro,
 Mt 16:18.

É defendida pelo Mesmo DEUS, 
Mt 16:18-19.

Tem aautoridade dada por Jesus Cristo, 
Mt 16:19,18:17-18.

É guiada pelo Espírito Santo na qual habita nela 
Jo 14:15-17, Hechos 15:28,16:6.

É SEM DIVISÃO, 
Mc 3:24-25.

Tem um só rebanho e um só pastor, 
Jo 10:16.

Tem Sacerdotes, bispos e Diáconos, 
1Tim 3:1-13.

Deve ter a celebração de Santa Eucaristía, 
Jo 6:42-70, Atos 2:42.

Deve ser encontrada em TODAS AS NAÇÕES, 
Mt 28:19.

Deve ser encontrada em TODOS OS SÉCULOS, 
Mt 28:20.

Jesus Cristo disse que estaría com Sua Igreja a cada día, em cada ano, até o fim do mundo, 
Mt 28:20. 

Isso significa sem intervalos de tempo!



Examine sua Igreja para ver se reune
 TODOS estes requisitos.



NÃO deve ter um fundador humano.



Deve ter uma historia contínua envolvendo sobre os 2000 anos do cristianismo.



Por que não sou Protestante?



“ E te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a MINHA Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela...”

A partir deste versículo retirado de Mateus, é com muita confiança que podemos ter a certeza, de que Jesus
entregou a sua única Igreja para continuar sua missão no mundo. Portanto a Igreja Católica não esta evangelizando
e salvando almas pro Senhor a 500, 200, ou alguns anos atrás, mas sim a mais de 2000 mil anos. Alguns dos “novos” (protestantes) querem tirar muita verdade de nossa história, porém aqui vai alguns dos motivos pelo qual não sou protestante:

1. Não sou protestante, porque: o protestantismo não existe desde o princípio do Cristianismo. Surgiu 1500 anos depois da era Apostólica. Suas igrejas são locais, regionais ou nacionais, não existindo uma Igreja Universal.

2. Não sou protestante, porque: atribuem a si próprios o direito de “interpretar a Bíblia”. Acreditam ter uma
iluminação pessoal vinda do “Espírito Santo” sem intermediários, ou seja, sem a Igreja. O mais interessante, é a diferença que o “Espírito Santo” manifesta em cada uma das centenas (talvez milhares) de ramificações do protestantismo.

3. Não sou protestante, porque: a doutrina não tem unidade, as igrejas não são infalíveis em questões de moral e fé. Suas hierarquias não são rígidas, os preceitos são secundários. A salvação está em somente “crer em Cristo”, mas sabemos que não basta somente crer, pois, é preciso viver a fé, e vivê-la em santidade. Daí os Mandamentos. Daí a moral que a Igreja ensina. Dizer que a salvação vem somente do “crer” em Cristo, é continuar vivendo vida injusta ou dissoluta, é mentir à própria consciência.

4. Não sou protestante, porque: apesar deles lerem a Bíblia (embora sem alguns livros e com interpretações
diversas) não possuem nenhuma autoridade superior Infalível, para declarar que uma palavra tem tal sentido, e exprime tal verdade.

5. Não sou protestante, porque: eles negam a Tradição oral. Sendo que na própria Bíblia, Paulo recomenda os
ensinamentos de viva voz (Tradição) que nos foram transmitidos por Jesus e passam de geração em geração no
seio da Igreja, sem estarem escritos na Bíblia. Confira em (2 Tim 1,12-14).

6. Não sou protestante porque, há passagens da Bíblia que eles não aceitaram como tais; a Eucaristia, por
exemplo... Jesus disse claramente: “Isto é o meu corpo” (Mateus 26,26) e “Isto é o meu sangue” (Mateus 26,28).

7. Não sou protestante, porque: os “supostos intérpretes da Bíblia” não aceitam a real presença de Cristo no pão
e no vinho consagrado, sendo que em (João 6,51) Jesus afirma: “O pão que eu darei, é a minha carne para a vida
do mundo”. Aos judeus que zombavam, o Senhor tornou a afirmar: “Em verdade, em verdade vos digo: se não
comerdes a carne do filho do homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. Pois a minha carne é
uma verdadeira comida e o meu sangue é uma verdadeira bebida”.

8. Não sou protestante porque, os mesmos, não reconhecem o primado de Pedro, sendo que o próprio Jesus disse: “Tu és Pedro (Kepha) e sobre esta pedra (Kepha) edificarei a minha Igreja” (Mateus 16,18).

9. Não sou protestante, porque eles não aceitam o sacramento do perdão e da reconciliação. Sendo que Jesus
entregou aos Apóstolos e seus sucessores, a faculdade de perdoar ou não os pecados, e agir em nome dele. “Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem não perdoardes, não serão perdoados" (Jo 20,23).

10. Não sou protestante porque Jesus disse que edificaria sua Igreja sobre Pedro (Mateus 16,18), e as igrejas protestantes são constituídas sobre Lutero, Calvino, Knox, Wesley, etc...Entre Cristo e estas denominações há um hiato...Somente a Igreja Católica remonta até Cristo.

11. Não sou protestante porque, Jesus prometeu à sua Igreja que estaria com ela até o fim dos tempos (Mateus
28,20), e os mesmos se afastam da única Igreja de Cristo, para fundar novas “igrejas”, que se vão dividindo, subdividindo e esfacelando cada vez mais, empobrecendo e pulverizando a mensagem do Evangelho.

12. Não sou protestante porque, quem lê um folheto protestante dirigido a Igreja Católica, lamenta o baixo nível das argumentações, sendo imprecisas, vagas, ou mesmo tendenciosas; afirmam gratuitamente sem provar as suas acusações; baseiam-se em premissas falsas, datas fictícias, anacronismos etc.

13. Não sou protestante, porque: eles protestam, criticam, censuram a fé Católica para substituí-la pela negação, pela revolta contra a autoridade do Papa etc. Esse é o laço que os une, pois a essência do protestantismo é a negação da Igreja Católica.

14. Não sou protestante porque, cada qual dá à Escritura o sentido que julga dar, e assim se vai diluindo e
pervertendo cada vez mais a mensagem revelada. Lêem apenas, mas tem grandes dificuldades de estudarem a
Bíblia e as antigas tradições do Cristianismo.

15. Não sou protestante porque, a grande razão pela qual o protestantismo se torna inaceitável ao Cristão que
reflete é o subjetivismo que o impregna visceralmente. A falta de referenciais seguros, garantidos pelo próprio
Espírito Santo (conforme João 14,26 e João 16,13I), é o principal ponto fraco ou calcanhar de Aquiles do
protestantismo.

16. Não sou protestante, porque: esta diluição do protestantismo e a perda dos valores típicos do Cristianismo, estão na lógica do principal fundador – Martinho Lutero – que apregoava o livre exame da Bíblia ou a leitura da Bíblia sob as luzes exclusivas da inspiração subjetiva de cada protestante; cada qual tira das Escrituras "o que bem lhe convém" .

17. Concluindo! Não sou protestante, porque, Maria Santíssima disse: “Desde agora, todas as gerações me
chamarão de Bem-Aventurada” (Lucas 1,48), e nos cultos protestantes, seu nome, sequer é mencionado. Caiu no
esquecimento. Quem cumpre (Lucas 1,48) é somente a Igreja Católica Apostólica Romana.

Por isso e outras razões somos felizes por pertencermos a Igreja de Jesus.